Luz para todos: as mentiras que eles dizem e as verdades que eles escondem!

As mentiras

O Programa Luz para Todos é um programa  só do governo federal

A verdade

O Luz para Todos é o mesmo programa que existia no governo FHC e que se chamava Luz do Campo. O PT só mudou o nome.

Na propaganda, o governo federal fala que o programa é so dele mas, na verdade, O GOVERNO DE MINAS E A CEMIG SÃO OS GRANDES REALIZADORES DO LUZ PARA TODOS NO ESTADO.

Veja a realidade:

De 2003 até o final de 2010, o Luz para Todos terá feito 285 mil ligações elétricas rurais, beneficiando cerca de 1,5 milhão de pessoas.em minas

Agora, o mais importante: considerando esse período, o investimento total no programa atinge R$ 3 bilhões. DESSE VALOR, 77% FORAM APORTADOS PELO GOVERNO DE MINAS E PELA CEMIG, ( sao recursos proprios ou emprestimos que a cemig vai pagar) enquanto o GOVERNO FEDERAL entrou com APENAS 23%.

Em números: O GOVERNO DE MINAS E A CEMIG INVESTIRAM R$ 2,310 BILHÕES enquanto o governo federal investiu R$ 700 milhões.

E tem mais:

Os recursos do governo de Minas e da Cemig são originados do caixa da companhia de energia, de isenções de ICMS e de empréstimos feitos pela Eletrobrás. Ou seja, O GOVERNO DE MINAS E A CEMIG COLOCAM, DE FATO, DINHEIRO NO PROGRAMA.

Enquanto isso, os recursos do governo federal são oriundos de ENCARGOS COBRADOS NA CONTA DO CONSUMIDOR. Ou seja, TODOS OS CONSUMIDORES MINEIROS PAGAM A PARTE DO GOVERNO FEDERAL NO LUZ PARA TODOS.

Veja mais essa:

Para confundir as pesoas, o governo federal do PT conta como se fossem dele os recursos que os bancos publicos do país emprestam para a Cemig!

Empréstimos sobre o quais a empresa vai pagar até juros!

Agora me conta: se você vai num banco e pega um empréstimo para comprar um carro, o carro é seu, que vai pagar a conta, ou do banco que te emprestou parte do dinheiro?

Sim, a Eletrobrás, que emprestou dinheiro para a Cemig, é uma instituição federal. MAS ESSE DINHEIRO É UM EMPRÉSTIMO, ou seja, A CEMIG VAI PAGAR ESSE DINHEIRO DE VOLTA PARA A ELETROBRÁS NOS PRÓXIMOS ANOS.

E ainda:

Em TODA a sua publicidade do Luz para Todos, o governo de Minas deixa CLARO QUE O PROGRAMA É REALIZADO EM PARCERIA com o governo federal.

Mas o governo federal NUNCA cita o governo de Minas como parceiro.

Leia este importante artigo do deputado Domingos Sávio sobre a propaganda enganosa do governo federal.

Então, QUEM ESTÁ SE APROPRIANDO DO INVESTIMENTO ALHEIO é o governo federal.

Repetindo: O GOVERNO DE MINAS É O GRANDE REALIZADOR  DO LUZ PARA TODOS EM MINAS GERAIS. É ELE QUE CUMPRE A PROMESSA DE DOTAR TODA A POPULAÇÃO RURAL DO ESTADO DE ENERGIA ELÉTRICA.

Published in: on 26/02/2010 at 18:53  Deixe um comentário  
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Censura em Minas: as mentiras que eles dizem e as verdades que eles escondem!

As mentiras

O Governo de Minas tem controle sobre a imprensa e manda demitir jornalistas.

A verdade

1.Personagens de um vídeo mentiroso desmentem as declarações manipuladas pelos produtores.

2.  Jorge Kajuru em entrevista concedida ao Observatório da Imprensa desmente que a demissão da Bandeirantes tenha sido por causa de uma crítica ao governador de Minas.


 

 

ENTREVISTA / JORGE KAJURU

“Não dá para entender ser tirado do ar no meio de um programa”

Por Leticia Nunes em 22/6/2004

 

Jorge Kajuru fala o que pensa. Sem medos, sem arrependimentos. É isso que conquista o público e o torna atraente para emissoras de TV. A Band, última a ser fisgada pelos encantos do jornalista, parece ter se arrependido no início de junho. O caso de amor – regado a altas audiências – durou pouco mais de um ano e depois se transformou em novela.

Apresentador dos programas Esporte Total e Show de Bola, Kajuru incomodou a emissora quando abordou um assunto delicado envolvendo as Casas Bahia, seu maior anunciante. Foi suspenso por uma semana, com a desculpa de que estava precisando descansar um pouco. Revigorado, o jornalista voltou a incomodar na quarta-feira, 2/6, ao criticar, ao vivo, o grande número de convidados da CBF e do governo de Minas Gerais ao jogo da seleção brasileira contra a Argentina. Direto do estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, Kajuru chamou o comercial, e não mais voltou. Foi cortado do ar ao vivo.

Em entrevista ao Observatório, ele se diz censurado e estarrecido com a situação que culminou com o anúncio de sua demissão, uma semana depois do episódio.

***

A Band tirou você do ar no meio de um programa ao vivo. Isso foi censura?
 Jorge Kajuru – Censura das mais absurdas. Mostra que vivemos em um país onde, em vez de liberdade de imprensa, temos liberdade de empresa e de autoridade. É um retrato da fragilidade econômica dos veículos de comunicação do Brasil. Não dá para entender ser tirado do ar no meio de um programa. Eu estava simplesmente retratando o que todo mundo estava vendo: a grande quantidade de convites distribuídos pelo governo de Minas Gerais e pela CBF. Em nenhum momento ofendi o Aécio Neves. Apenas um dos torcedores que eu entrevistei deu sua opinião e falou que aquilo era “farra do governador”. Eu mantenho minha crítica ao número de convites distribuídos, mas não ofendi ninguém. Se a emissora não estava gostando do que eu estava falando deveria ter chamado minha atenção, mas não me cortado do ar.

 

Você sabia que estava sendo cortado?
 J.K. – Não. Na hora me disseram que a emissora estava com problemas técnicos e que por isso eu não poderia voltar.

 

 

Quando decidiu por sua demissão, a Band não se pronunciou sobre o caso durante uma semana. A emissora discutiu o assunto com você durante esse período?

 J.K. – Não. Não recebi nada por escrito nem explicação. Do dia 2/6, quando fui tirado do ar, até o dia 9/6, quando saiu a demissão, não recebi nenhuma comunicação sobre o assunto. A Band propôs que eu fizesse uma retratação pública, o que eu não aceitei, já que não considero que tenha ofendido alguém. Foi decidido então que ela faria uma rescisão amigável do meu contrato, eu receberia meus direitos, multa pela rescisão etc.

 

Como a emissora justificou a demissão?

 J.K. – Não me deram justificativa. Disseram que a crise que havia sido criada era difícil e que não dava para revertê-la. Pessoas de dentro da Band já me falaram que minha demissão já estava acertada desde o episódio das Casas Bahia, um mês antes. Na ocasião, a emissora também propôs que eu me retratasse publicamente. Não aceitei porque não havia feito nada de errado. Apenas falei sobre a entrada de dinheiro nos clubes de futebol. Não acusei as Casas Bahia.

 

Sua demissão foi injusta?

 

J.K. Completamente. A Band sabia como eu era quando me contratou. Só que quando eu criticava outras emissoras no ar, ela gostava, eu era aplaudido. Quando passei a criticar também a própria Band, comecei a incomodar, mas eles achavam que não tinha problema, que isso serviria para mostrar como a emissora era aberta, democrática. Nos últimos cinco meses, eu fui a maior audiência da Band. Me colocaram para apresentar três programas, dois deles diários, ao vivo. Anunciaram que eu comandaria a cobertura das Olimpíadas. Por isso, fico estarrecido com esta situação toda.

Hoje, tenho a certeza de que o governador de Minas apenas fez uma reclamação dos meus comentários, mas, em nenhum momento – como chegou a ser dito – pediu minha demissão. É claro que para mim seria muito cômodo deixar o Aécio levar a culpa por eu ter sido demitido. Não faço isso porque simplesmente não é verdade; ele não é o culpado desta situação.

 

O que mais o incomodou neste caso?

 J.K. – Fico chateado com a situação em si e em como ela está sendo tratada. Não gostei da matéria que saiu na revista Veja, por exemplo. Foi tendenciosa e patronal. O jornalista me ligou e conversamos por meia hora. Nada do que eu falei está na matéria, que está cheia de mentiras. Ele disse que eu chorei quando fui demitido. Veja se tem cabimento? Afirmou que a Astrid [Fontenelle] é meu desafeto, quando na verdade somos amigos. Falou que no episódio com o boxeador eu simplesmente o chamei de covarde, mas não colocou que antes ele havia me chamado de burro.

 

Você é um dos jornalistas mais processados do Brasil. Por que tanta gente o processa?

 J.K. – Para estas pessoas, a maneira mais fácil de me calar é pelo dinheiro. A maioria dos processos contra mim pede dinheiro. Estas pessoas acham que honra tem preço, que basta eu pagar que tudo se resolve. Honra não tem preço. Por isso eu nunca processei ninguém.

 

Você aborda abertamente no ar assuntos que incomodam a muita gente. Não tem medo?

 J.K. – Sou um jornalista. Meu trabalho é falar o que vejo, o que sinto. Uso o espaço na mídia para isso. Eu sou desse jeito, isso não é marketing. Essa é a minha postura, nasci com ela e não posso mudá-la. Postura é assim: ou você tem ou não tem.

 

Já tem planos de trabalhar em outra emissora?

 J.K. – Só algumas sondagens, mas nada concreto. Aos 43 anos, eu me dou o direito de escolher onde quero trabalhar. Hoje, só trabalharia em duas emissoras abertas no Brasil: o SBT e a Globo. O SBT porque, como eu já cansei de dizer, foi a melhor casa onde trabalhei até hoje. É um lugar que dá uma alegria de trabalhar que é rara. Mas no SBT eu acho difícil ser chamado porque eles não têm esportes. A Globo, não sei se me chamaria, por causa do meu estilo. Mesmo assim, antes de eu ir para a Band, eu conversei com a Globo por cerca de dois meses. Na época, eu não queria ir para a Band; quem me convenceu foi o meu grande amigo-irmão [José Luiz] Datena. Foi um erro e eu não quero errar de novo. Gostaria de trabalhar também em TV fechada, mas ainda não recebi nenhuma proposta.

Link da matéria: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=282IMQ007

Published in: on 17/02/2010 at 14:47  Deixe um comentário  
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Investimento Social: as mentiras que eles dizem e as verdades que eles escondem!

As mentiras

  •  O governo de Minas não investe na área social
  • Em Minas, apenas programas do governo federal, como o Bolsa Família, são voltados para os mais pobres

 A verdade

1) Em vez de se dedicar a ações meramente assistencialistas, que não ajudam de verdade a população a superar as suas condiçoes de vida mais difíceis, o governo de Minas fez algo considerado impossível e que mostra o seu compromisso com a população e as regiões mais pobres de Minas

Com planejamento e gestão, inverteu-se a lógica de investimento do Estado que priorizava as regiões mais ricas.

Minas passou a  PRIORIZAR AS REGIÕES MAIS POBRES DO ESTADO EM SEUS INVESTIMENTOS.  Para se ter uma idéia, em 2009 o investimento per capita do governo de Minas nas regiões mais carentes chegou a ser TRÊS VEZES MAIOR do que a média do restante do Estado.

Enquanto nas regiões mais desenvolvidas o investimento per capita foi de R$ 78, o NORTE DE MINAS TEVE R$ 125 E OS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI RECEBERAM R$ 276 PER CAPITA.

Veja o resultado na opinião de um especialista, o pesquisador do Ipea, Sergei Soares: “EM MINAS, OS ÍNDICES DE POBREZA ERAM COMPATÍVEIS COM OS DA REGIÃO NORDESTE E SUPERIORES À MÉDIA DA REGIÃO SUDESTE DO PAÍS. AGORA, HOUVE UM ALINHAMENTO COM O SUDESTE”.

Pode-se afirmar que o crescimento econômico do País e a redução da desigualdade social, iniciada em 2001, são responsáveis pelo fenômeno. Esses fatores beneficiaram todos os Estados do Brasil, é fato. Mas Soares chama ressalta que MINAS APRESENTOU DIFERENCIAIS EM SEU MERCADO DE TRABALHO E NAS SUAS POLÍTICAS PÚBLICAS QUE FIZERAM COM AS TAXAS DE REDUÇÃO DE POBREZA FOSSEM AINDA MELHORES.

2) O GOVERNO DE MINAS VAI MUITO ALÉM DO MERO ASSISTENCIALISMO, OPTANDO POR PROMOVER MELHORIAS EFETIVAS QUE ESTIMULEM A EMANCIPAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DAS COMUNIDADES CARENTES. É A INCLUSÃO PRODUTIVA. O governo de Minas não quer que as pessoas fiquem pra sempre dependentes do Estado. Quer criar as condições para que elas possam trabalhar e ganhar autonomia, sem depender de ninguém.

E isso sem deixar de RECONHECER A IMPORTÂNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL E ATUAR FORTEMENTE NA ÁREA.

Para quem não sabe, no ultimo ranking divulgado pelo governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, MINAS APARECE COMO LÍDER NACIONAL NA EXECUÇÃO DE POLÍTICAS SOCIAIS.

O GOVERNO DE MINAS foi considerado também o melhor entre os Estados do Brasil na EXECUÇÃO DAS AÇÕES DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS), programa do governo federal que reúne as políticas públicas da área social no Brasil. 

 3) O GOVERNO MINEIRO FOI PRIMEIRO NO PAÍS A DESTINAR RECURSOS PRÓPRIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DOS CENTROS DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS), QUE CENTRALIZAM AS POLÍTICAS DO SUAS.

ATÉ 2008, O GOVERNO DE MINAS FINANCIOU COM RECURSOS PRÓPRIOS A IMPLANTAÇÃO DE 371 DESSES CENTROS.

4) Além disso, OS RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS DESTINADOS À ASSISTÊNCIA SOCIAL CRESCERAM 245% ENTRE 2003 E 2008.

5) Veja alguns programas sociais do governo de Minas

  • PROGRAMA TRAVESSIA abrange investimentos para fornecimento de ÁGUA TRATADA, IMPLANTAÇÃO DE POSTOS DE SAÚDE, CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL, ASFALTAMENTO E CONSTRUÇÃO DE BANHEIROS. Já são MAIS DE 135 MUNICÍPIOS ATENDIDOS.
  •  O PROGRAMA DE COMBATE À POBREZA RURAL, por sua vez, já atendeu 92 MIL FAMÍLIAS DE 188 MUNICÍPIOS DA REGIÕES NORTE E NORDESTE DO ESTADO, financiando projetos definidos pelas próprias comunidades.
  •  O programa POUPANÇA JOVEM oferece um importante apoio para os estudantes em risco social do ensino médio em Minas. O POUPANÇA JOVEM beneficia 32 mil estudantes carentes em oito municípios, oferecendo a eles uma POUPANÇA DE R$ 3 MIL AO CONCLUÍREM O ENSINO MÉDIO, exigindo, em contrapartida, o compromisso com o desempenho escolar, com atividades comunitárias e extracurriculares, além de impedir qualquer envolvimento com atos ilícitos.

E tem mais…….

  • § O Governo do Estado criou a primeira secretaria para atender os Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas, regiões mais afetadas com a seca. Também criou o Projeto Estruturador “Convivência com a Seca e Inclusão Produtiva”, coordenado por um Comitê Gestor formado por várias secretarias e órgãos do Estado.
  • § Com esse projeto, a convivência com a seca se tornou uma política pública permanente e está criando alternativas para o desenvolvimento sustentável nessas regiões. ISSO É POLÍTICA SÉRIA PARA MINORAR OS EFEITOS DA SECA!!!
  • § Além disso, o governo de Minas desenvolve ações nas áreas de saúde, educação e desenvolvimento econômico.
  • § Em educação, os projetos vão de INVESTIMENTOS EM INFRA-ESTRUTURA, COMO REFORMA E CONSTRUÇÃO DE ESCOLAS, A PROGRAMAS SOCIALMENTE RELEVANTES COMO A PIONEIRA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS E A DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE LIVROS DIDÁTICOS PARA TODOS OS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE MINAS.
  • § Na SAÚDE, apenas para citar um exemplo, o PRO-HOSP promove reformas, ampliações, aquisição de equipamentos e capacitação para que HOSPITAIS CONVENIADOS AO SUS PRESTEM SERVIÇOS DE MAIOR COMPLEXIDADE E AMPLIEM O ATENDIMENTO EM PÓLOS DESCENTRALIZADOS.
  • § Junte-se a isso uma POLÍTICA AMPLA DE ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS, ESTÍMULO À ECONOMIA LOCAL  para gerar empregos e renda e os resultados aparecem:
  • § Entre 2003 e 2007, MINAS REDUZIU EM 37% O NÚMERO DE POBRES EM SEUS MUNICÍPIOS.
  • § E mais: A TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL E MATERNA CAIU 36,01% ENTRE 2002 E 2009 E QUE A TAXA DE MORTALIDADE MATERNA NOS MUNICÍPIOS DO SEMI-ÁRIDO CAIU 62,91% ENTRE 2002 E 2008.

 ISSO SIM É TRABALHO SOCIAL!!!

Published in: on 11/02/2010 at 17:04  Deixe um comentário  
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Déficit Zero: as mentiras que eles dizem e as verdades que eles escondem!

As mentiras

  • O déficit zero não existe, é só marketing
  • O governo de Minas diz que zerou o déficit, mas a dívida do Estado só aumenta

A verdade

Quem diz que o Déficit Zero do governo de Minas não existe não entende nada de contas públicas.

DÉFICIT ZERO É = EQUILIBRIO DO ORÇAMENTO

  • Prá início de conversa, quem atesta tanto o Déficit Zero quanto à saúde das contas do governo de Minas é o próprio Tesouro Nacional (http://www.stn.fazenda.gov.br/estatistica/est_estados.asp), que fiscaliza o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, o endividamento e a capacidade dos Estados para cumprir seus compromissos.
  • Desde 2003, as contas do governo de Minas sempre foram aprovadas com louvor pelo Tesouro Nacional. Por que um órgão do governo federal mentiria sobre a situação das finanças de Minas?
  • E não é só o Tesouro Nacional. Instituições internacionais, como o Banco Mundial (BIRD) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) também atestam a saúde das finanças de Minas, tanto que voltaram a conceder empréstimos ao Estado depois de vários anos sem crédito internacional.
  • Para completar, o Banco Mundial concedeu a Minas, em 2009, um financiamento inédito para entes federados (Estados e municípios): em vez de uma contrapartida em dinheiro, a garantia do empréstimo foi o modelo de gestão do Estado!
  • A existência do Déficit Zero não tem nada a ver com a dívida do Estado, que pode aumentar tanto pela incidência de juros quanto pela contratação de novos financiamentos. O Déficit Zero significa, simplesmente, que, a cada ano, o governo consegue pagar todas as suas obrigações – inclusive as parcelas dos financiamentos – e ainda sobra dinheiro para novos projetos.
  • Imagine o seguinte: você tem família, filhos na escola e paga a prestação de um carro e de um apartamento, ou seja, você tem duas dívidas altas e muito maiores que seu salário.
  • Suponha que, por razões diversas, o seu salário não é suficiente para quitar todas as contas e, a cada mês, você atrasa uma parcela do carro ou a conta de luz. E NAO PODE NEM PENSAR EM FAZER UM NOVO INVESTIMENTO PRA MELHORAR A SUA CASA Isso é uma situação deficitária.
  • Agora, imagine que você, diante dessa situação, resolva reduzir algumas despesas que não sejam essenciais e planeje seus gastos. Com isso, seu orçamento se ajusta e você quita os atrasados e volta a pagar todas as suas contas em dia, inclusive os financiamentos, embora as dívidas continuem lá. Pronto, você zerou seu déficit.
  • Por fim, imagine que, depois disso, você se esforçou, recebeu uma promoção e passou a ganhar um salário bem maior. Daí, você paga suas contas e ainda tem dinheiro para fazer novos planos, como comprar um segundo carro, fazer uma reforma ou uma viagem de férias. Suas dívidas continuam existindo, mas você tem capacidade para pagá-las e, além disso, para contratar novos financiamentos se quiser.
  • Foi isso que o governo de Minas fez ao encontrar, ainda em 2003, um déficit de mais de R$ 2 bilhões no orçamento. Primeiro, aplicou o Choque de Gestão, reduziu custos, enxugou a máquina pública e adequou o orçamento à realidade das receitas. Com isso, ele conseguiu atingir o Déficit ZeroEQUILIBRAR O SEU ORÇAMENTO.
  • Com muito planejamento e prioridades bem definidas, o governo conseguiu aumentar suas receitas e passou a ter dinheiro para novas obras, programas mais ousados, aumentos para os servidores e melhoria geral das condições de vida dos mineiros.
  • O Déficit Zero é uma realidade e uma grande conquista do governo de Minas!!
Published in: on 29/01/2010 at 18:58  Deixe um comentário  
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Energia Elétrica: as mentiras que eles dizem e as verdades que eles escondem!

As mentiras

  • A Cemig tem a energia mais cara do Brasil
  • O governo de Minas reajusta o preço da energia, que é o mais alto do país
  • O governo de Minas e a Cemig beneficiam os grandes consumidores em detrimento da população de baixa renda, que paga uma conta de luz absurda

As verdades

Quem determina a tarifa?

Quem determina o valor da tarifa não é o governo de Minas e nem a própria Cemig. Essa responsabilidade é da Agência Nacional de Energia Elétrica, (Aneel), que é uma autarquia ligada ao Ministério das Minas e Energia do governo federal, com diretores nomeados pelo governo federal.

Se a Aneel é vinculada ao governo federal, quem pode ter alguma influência sobre sua atuação é a União, não os Estados.

Preço

É mentira que a tarifa de energia da Cemig seja a mais alta do Brasil. Levantamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostra que a tarifa da companhia mineira por KWH (kilowatt/hora) é a 9ª do Brasil. (http://www.aneel.gov.br/area.cfm?idArea=493&idPerfil=4)

E é fácil explicar o motivo de a tarifa da Cemig ser mais alta do que a de outras concessionárias.

Veja essa comparação:

A Cemig tem a maior rede de energia elétrica da América Latina, com 370 mil km de extensão. São cerca de 6,5 milhões de consumidores espalhados em uma área de 567 mil km2.

Veja uma outra concessionaria que tem 5,2 milhões de consumidores, mas espalhados em uma área de 4.562 km2 e uma rede com 43 mil km de extensão.

Isso quer dizer que a outra empresa tem uma rede bem menor e uma densidade de consumidores infinitamente superior à da Cemig. Ou seja, a outra empresa tem custos muito menores de distribuição e manutenção, entre outros.

Não se pode comparar realidades diferentes de mercado.

A verdade sobre os impostos (ver quadros abaixo)

DE TODOS OS ESTADOS BRASILEIROS. O GOVERNO DE MINAS É O QUE DÁ A MAIOR ISENÇÃO DO ÚNICO IMPOSTO ESTADUAL (ICMS) QUE É COBRADO

Sabe quanto o cidadão mineiro que consome até 90 KWH paga por mês de ICMS? NADA. Isso mesmo, o governo de Minas isenta esses consumidores do imposto estadual.

Enquanto isso, o governo federal cobra 21% em taxas e contribuições desses mesmos consumidores.

Confira a relação dos impostos e tributos cobrados pelo governo federal na conta de luz DE TODOS OS MINEIROS, INCLUSIVE OS DE BAIXA RENDA QUE CONSOMEM MENOS: PIS, Cofins, Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), Reserva Global de Reversão (RGR), Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica (TFSEE), Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), Encargos de Serviços do Sistema, Proinfa, Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e Operador Nacional do Sistema (ONS).

O governo federal cobra e o consumidor mineiro paga, inclusive, o óleo combustível usado nas usinas termelétricas em funcionamento no Norte e no Nordeste do País. Tudo isso estipulado pelo governo federal.

ISSO É UM ABSURDO. O MINEIRO DO VALE DO JEQUITINHONHA QUE LUTA COM DIFICULDADE PAGA NA SUA CONTA 21% DE IMPOSTOS DO GOVERNO FEDERAL

Se o governo federal concedesse o mesmo padrão de isenção do governo de Minas, o consumidor mineiro de baixa renda pagaria uma conta ainda mais barata.

Para se ter uma idéia, 2,6 milhões de consumidores RESIDENCIAIS da Cemig, mais de 40% do total, não pagam nenhum imposto estadual (ICMS) na conta de luz.

MAS, INFELIZMENTE, TEM DE PAGAR IMPOSTOS FEDERAIS QUE ONERAM EM MAIS DE 20% AS SUAS CONTAS.

A ISENÇÃO DADA PELO GOVERNO DE MINAS É MUITO MAIOR QUE A QUE É DADA POR DIVERSOS ESTADOS, INCLUSIVE OS GOVERNADOS PELO PT. VEJA O QUADRO A SEGUIR:

Comparativo de tributação de energia elétríca

Estados:  Alíquotas para consumo até 90 KWH/mês

Estado – Operadora Imposto Estadual (%) Impostos federais (%)
Minas Gerais Cemig 0% 21%
Rio de Janeiro – Ampla 19% 21%
Maranhão – Cemar 12% 21%
Tocantins – Celtins 25% 21%
Ceará – Coelce 27% 21%
Bahia – Coelba 25% 21%
Mato Grosso do Sul - 17% 21%
Acre – Eletroacre 12% 21%
Pará – Celpa 25% 21%

Cidade Administrativa: as mentiras que eles dizem e as verdades que eles escondem!

A mentira

“A Cidade Administrativa é desnecessária e está sendo construída com dinheiro que poderia ser usado na saúde, educação e até mesmo para dar aumento para os servidores.”

A verdade

Cidade Administrativa de Minas Gerais, mais do que um marco da arquitetura, é um exemplo de gestão pública e vai trazer benefícios para a população.

E agora veja o por que:

• A Cidade Administrativa é uma obra da maior importância para todos os mineiros, para toda Minas Gerais.

• Prevista no Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado – PMDI –, em 2003, a Cidade Administrativa está sendo feita sem utilizar nenhum recurso do Tesouro Estadual.

• Toda a obra está sendo realizada com recursos da Codemig que são utilizados em investimentos de infraestrutura e não poderiam ser utilizados para outras finalidades, como investimentos sociais ou pagamento de salários dos servidores públicos.

Além de não utilizar recursos do Tesouro Estadual para a construção da Cidade Administrativa, o Governo de Minas vai reduzir os gastos com a máquina pública em mais de 85 milhões de reais por ano. *

• E esses recursos sim, que vão ser economizados, poderão ser investidos em mais saúde, mais educação, mais segurança e muito mais benefícios para todos os mineiros, de todas as regiões do Estado.

Veja por que o Governo de Minas está construindo a Cidade Administrativa

Nos últimos 50 anos, a administração do Estado foi se espalhando por diversos prédios, em bairros distintos da cidade. Hoje, são precisos mais de 50 locais diferentes para que a administração pública funcione.

• Isso gera desperdícios, faz os serviços ficarem mais lentos e dificulta a vida dos cidadãos. E não é só isso: alguns prédios são inadequados como locais de trabalho para os funcionários públicos.

• Com a Cidade Administrativa, todas as secretarias e órgãos públicos vão estar concentrados num só lugar.

• As condições de trabalho serão muito melhores para os funcionários públicos do Estado.

• O atendimento à população será feito com menos burocracia e mais eficiência.

• Os prédios históricos, que ainda abrigavam uma pequena parcela de secretarias e órgãos públicos, serão totalmente liberados para a implantação do Circuito Cultural da Praça da Liberdade.

• E os moradores da Região Metropolitana de BH, que já vivem um novo tempo com a Linha Verde, a duplicação da Av. Antônio Carlos e a revitalização do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, terão ainda mais desenvolvimento, oportunidades e melhores condições de vida.

* RESULTADO AUDITADO PELA BDO TREVISAN – A BDO é hoje a 5ª maior empresa de auditoria e consultoria no mundo, trabalhando em mais de 110 países, com 44.000 profissionais em 1.095 escritórios.

Veja também:

Cidade Administrativa em 1 minuto:

Este vídeo sobre a Cidade Administrativa faz parte da série Tudo em 1 Minuto, do Blog do Governo de Minas. O objetivo é explicar as ações do goveno de maneira simples e resumida.

Reportagem publicada pela Revista Veja, em 2 de setembro de 2009: “O legado de Aécio em concreto”.

Veja o Slideshare da reportagem:

Site oficial: Cidade Administrativa do Estado de Minas Gerais.

Visite o site oficial da Cidade Administrativa e conheça mais sobre o projeto arquitetônico, as vantagens sociais e econômicas e sociais da obra e, é claro, como a administração pública estadual ganha mais conforto e qualidade.

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